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Meu filho não fala e agora?

Atualizado: Out 14


Só quem tem filho sabe o desespero que dá quando ele está brincando com uma criança da mesma idade, mas que tem um desenvolvimento “aparentemente” mais avançado do que o seu.

Muitos medos passam pela cabeça e qual a primeira atitude? Corre pro gooooooooooooogleeee....

O único problema é que nos sites de busca eles fazem um levantamento geral de características e crianças e sempre mostrarão o pior padrão, pois afinal ele não está falando do seu filho e sim de diversas crianças.

Então quando você menos espera já está vendo características autistas, ou de síndromes variadas na criança a sua frente! Tudo porque passa a focar no que ela não consegue fazer, ao invés do que ela consegue.

Muitas podem ser as causas para uma criança não falar. Temos que pensar em fatores orgânicos, mas também nos emocionais.

Sempre faço uma pergunta aos pais: “Se você trata seu filho, ou filha, como um bebê, não permitindo que tente comer sozinho, que durma em seu próprio quarto, que tome tudo no copinho ao invés da mamadeira, e por aí vai, como ele poderá falar como uma criança mais velha se ainda se sente como o nenêm da família?” Afinal bebê não fala, balbucia.

Se a criança ronca, baba e respira pela boca na maior parte do tempo, provavelmente ela não terá força nos músculos e para falar precisamos que estejam fortes, sem isso não se consegue colocar a língua e o lábio na posição correta para o som e muitas vezes nem percebem a boca da forma adequada.

Por isso é muito importante a retirada de chupeta, mamadeira, dedo e visitas periódicas ao otorrino para verificar se não tem alguma alteração em tratos respiratórios.

Tem também o caso dos pais “boca de filho”! Nunca viu? Tenho certeza que já! Esses são os pais que falam pelos filhos o tempo todo, perguntam e respondem por eles, contam o que ocorreu ao longo do dia com a criança ao outro familiar e a quem mais interessar. Então pare e pense: Para que seu filho vai começar a falar se você faz isso por ele?

Lógico que não podemos descartar possíveis alterações neurológicas, mas antes de já pular para esse estágio, analise o contexto familiar, se ele se enquadrar em algum dos fatores acima, mude a forma que estão agindo e verifique se a criança não passa a evoluir melhor. Se isso acontecer maravilha, se não procure um fonoaudiólogo para te orientar e avaliar seu filho.


Cristina Galante

Fonoaudióloga

CRFª 2 - 13889

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